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Projeto Pedagógico Institucional

O Projeto Pedagógico Institucional (PPI) tem como elemento central seu caráter de permanente construção, de processo contínuo de reflexão da comunidade acadêmica, de debate entre elementos objetivos e subjetivos, sua transitoriedade, flexibilidade e permeabilidade, para que possa incorporar demandas sociais.

Entendido dessa forma o PPI não estabelece regras fixas para os projetos pedagógicos de cada um dos cursos, mas assegura alguns pontos em comum: a concepção de formação e competências profissionais de ensino de graduação; as definições dos órgãos colegiados e as diretrizes curriculares nacionais.

As transformações sociais, econômicas, políticas e culturais em curso atingem todos os setores da sociedade, com forte impacto no mundo do trabalho. Isto resulta num processo de reestruturação produtiva que se materializa por intermédio da introdução de modernos recursos tecnológicos, da racionalização organizacional e de novos modelos de gestão.

Essas transformações determinam, também, novas exigências para a inserção no mundo corporativo. As possibilidades de emprego são determinadas por princípios cada vez mais distantes dos que vigoraram até alguns anos atrás, e que se baseavam apenas em conhecimento técnico e habilidades específicas para o desempenho de determinadas atividades relacionadas com as atribuições da profissão ou do cargo.

Lidamos hoje com transformações aceleradas nos campos tecnológico e científico e com um mundo dinâmico e competitivo, no qual profissões e postos de trabalho são criados e extintos em curto espaço de tempo. Por isso, o perfil do trabalhador que as empresas buscam é o do profissional com as competências necessárias para assumir responsabilidades frente a situações complexas, capaz de antecipar problemas e propor soluções, e de desenvolver um processo sistemático de reflexividade no trabalho.

Esse processo de mudança na sociedade tem introduzido, nas instituições de ensino superior, a necessidade de repensar a formação dos futuros profissionais. Não é mais possível a permanência da tradicional distância entre os saberes escolares e as atividades sociais, ou seja, a existência de um lugar e um tempo específicos para ensinar e aprender, desconectados do campo de atuação para o qual o estudante está sendo formado.

A articulação estreita dos processos formativos com os contextos sociais de trabalho, eliminando-se o vazio social em que se situa a formação escolar, é a tendência que vem se afirmando, colocando para as instituições de ensino superior a necessidade de desenvolver uma gestão eficiente da ação de formação e o contexto que o explica e o justifica.

A relativa ineficácia das formações profissionais clássicas e escolarizadas, reconhecíveis na fórmula: “um professor, estudantes, cadeiras e quadro-negro”, constitui o ponto de partida para uma crítica sistemática aos projetos de cursos exteriores às situações de trabalho.

A procura de processos de integração entre as situações formativas e as situações de trabalho emerge como uma problemática central da formação profissional, determinando mudanças profundas nos cursos de formação, o que vem ocorrendo mais rapidamente nas áreas de educação e saúde.

O nosso objetivo estratégico é a formação dos nossos estudantes, garantindo-lhes um ensino de excelência em todos os cursos nos quais estejam presentes as formações específicas e, ao mesmo tempo, a estreita articulação com as dimensões epistemológica, pedagógica e política, como base para a formação de alunos críticos, criativos, sujeitos do processo de aprendizagem e capazes de transformar a realidade.

Para alcançar esse objetivo, é preciso superar a dicotomia ainda presente na vida acadêmica, que contrapõe ensino e pesquisa. As diretrizes e indicadores oficiais de avaliação de qualidade das IES determinam a indissociabilidade das atividades de ensino, pesquisa e extensão. Não há quem discorde da necessidade dessa indissociabilidade se fazer presente no ato pedagógico, na relação dialética entre ensinar e aprender, numa perspectiva transformadora da prática universitária.

Para tanto, é preciso que as atividades de ensino tenham a mesma, ou mais, primazia que outras funções acadêmicas, que ao longo dos anos foram valorizadas como cientificas, status não conferido ao trabalho docente.

Nessa perspectiva existe uma indissociação entre o ato de ensinar e o ato de produzir conhecimento, superando a concepção de que só se ensina aquilo que está pronto e acabado. A indissociação entre o ensino e a pesquisa é a reafirmação de que também se aprende com o que se ensina, em um processo permanente de produção de conhecimento sobre a ação de ensinar.

Ao assumir essa perspectiva de processo de ensino e aprendizagem, o professor compreende o aluno como parceiro no interior desse processo, que nele intervém com suas dúvidas construídas no enfrentamento da leitura da realidade com o conhecimento posto. Assim, a prática não fica reduzida à comprovação da teoria ou a sua execução normativa; a prática torna-se a sustentação e a possibilidade de recriação da teoria. Esse trânsito prática/teoria/prática, no território do ensino universitário, requer a pesquisa como princípio educativo para questionar o conhecimento sistematizado – institucionalizado – no enfrentamento com a leitura da realidade, na superação da extensão como atividade assistencial e locus isolado do ensino e da pesquisa.

Pretendemos, assim, que a indissociabilidade do ensino, da pesquisa e da extensão, se transforme no campo sociocultural no qual professores e alunos se inserem para aprender e para ensinar, recriando teorias, criando novas teorias e, sobretudo, fazendo das salas de aula, aulas vivas, onde de fato se produza conhecimento.

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