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Aprendendo a empreender - Empreendedores UJ
Publicada no dia 15/05/2019 às 11h30
Multi-habilidades, criatividade, espírito empreendedor. Que competências o mercado exige do profissional hoje? Na Unijorge, os pilares de excelência acadêmica, experiência universitária memorável e eficiência nos serviços oferecidos ao estudante garantem uma formação que vai além do convencional. Seja a partir da multidisciplinaridade dos seus cursos, da diversidade de pensamentos e opiniões, de iniciativas como o Centro de Carreiras, Escritório Internacional, programa de Mentoring ou pelo seu exclusivo Núcleo de Empreendedorismo. Tudo isso para oferecer ao estudante mais do que teoria. Para desenvolver talento, habilidade, criatividade.
 
E é para tratar sobre criatividade, solução de problemas e visão estratégica que a Unijorge lança a partir desse mês a série de matérias Empreendedores UJ. Um material produzido especialmente para mostrar exemplos de estudantes multitalentos que já começaram a trilhar o caminho do empreendedorismo ainda na sala de aula. Histórias que retratam projetos prontos ou que já estão prestes a sair do papel. Pessoas que já aprenderam a empreender.
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VISÃO ESTRATÉGICA
Renan Felix, estudante do 3º semestre do Curso de Relações Internacionais, mora em Candeias, Região Metropolitana de Salvador, mas tem o pé na capital baiana desde o Ensino Médio. Aliás, foi na época da escola que, na indecisão sobre quais caminhos profissionais seguiria, escolheu pelo curso de Relações Internacionais, da Unijorge. Isso foi em 2017.

“Vi que gostava de estudar sobre coisas mais amplas. Quando descobri Relações Internacionais e vi que eu teria mais liberdade de escolha no futuro, numa área que me mostrasse uma visão mais holística sobre as coisas, decidi”, revela o estudante.
 
A visão estratégica fez soar o alerta: era preciso aprender outras línguas. O inglês foi o primeiro idioma a ser descoberto. Depois de desenvolver um método que incluía o consumo de vídeos em inglês, e-mail e redes sociais configurados para a língua inglesa numa “imersão” de três meses, Renan já se sentia confortável para conversar em outro idioma. O “teste” foi feito na entrevista para ingressar no Centro de Cooperação Internacional e Desenvolvimento Sustentável do NURI (CECIDES), conduzida pelo coordenador do curso de Relações Internacionais, Matheus Souza.
 
“Renan parece ter compreendido, muito cedo – o que é ótimo –, que uma carreira de sucesso não é alcançada apenas com o conhecimento que se pode obter dentro da sala de aula. No desafiador mercado profissional atual, é imprescindível que o candidato a uma vaga, ou, mais do que isso, a uma carreira, domine uma série de habilidades e competências que somente são absorvidas através de experiências múltiplas, diversificadas”, destacou Matheus.
 
MULTITALENTOS
Depois do Inglês vieram o Francês, Espanhol até finalmente chegar ao Japonês, o mais desafiador dos idiomas estudados por Renan até hoje. Aprender Japonês era um sonho de infância para o aluno, que costumava assistir desenhos orientais e consumir animes. “Mas antes eu não tinha a autoestima necessária para isso. Fui trabalhando ao longo do tempo para lidar com essa responsabilidade de falar uma língua que poucas pessoas falam no seu estado. Encontrei alguns canais que ensinavam o Japonês em Inglês e aproveitei a oportunidade”, revelou Renan.
Se o método de aprendizagem autodidata deu certo com os idiomas anteriores, no Japonês, porém, foi preciso uma dose extra de criatividade e visão estratégica. Em determinado momento Renan já não conseguia avançar nos estudos. Até que teve uma ideia: montar um Clube de Japonês para que os alunos pudessem treinar o idioma aqui, na Unijorge, de forma inteiramente gratuita.
 
A pretensão era ter, ao menos, cinco pessoas no grupo. A turma de inscritos, porém, foi muito além das expectativas do idealizador do projeto. 40 pessoas participaram do primeiro encontro oficial do Clube de Japonês da Unijorge, em março desse ano. De lá pra cá o que era pra ser apenas um encontro semanal transformou-se num curso com direito a metodologia baseada na Japan Society, estudo de Kanji e da gramática, prática de conversação, análise de músicas, entre outras estratégias de ensino, em dois dias da semana: quartas e sextas-feiras. Todos os vídeos e materiais são enviados aos estudantes por aplicativo e a previsão é concluir o primeiro “módulo” no segundo semestre desse ano. Tudo isso gratuitamente.
 
“Ao inovar propondo a criação de um Clube de Japonês, Renan demonstra sua capacidade empreendedora – pois a docência deste idioma pode se tornar uma carreira –, e também cria em torno de si uma rede de conhecimento que lhe será duplamente útil: ao preparar aulas e ensinar, ele aprofunda seu conhecimento sobre o idioma, e consolida uma rede de contatos que pode ser um diferencial no mercado de trabalho. O mercado tem cada vez menos espaço para profissionais monotônicos. Não é diferente para as Relações Internacionais”, elogia o coordenador do curso de Relações Internacionais.
 
A próxima meta de Renan é ousada: obter a certificação do N5, primeiro módulo Japonês e, a partir disso, estar apto a abrir a sua própria empresa: uma Escola de Idioma Japonês, já no ano que vem. “A Unijorge sempre me deu todo o suporte e apoio para empreender o projeto do Clube de Japonês. Seja por parte dos professores, da coordenação do curso ou do escritório internacional. Ela também tem parceria com o Consulado Japonês aqui no Brasil, o que me ajudou muito nesse processo”, revela Renan, que também é estagiário do Consulado Japonês.
 
TRANSFORMANDO SONHOS EM METAS
O primeiro passo para empreender? Segundo Renan, é preciso se conhecer. “Saber onde estamos e o que queremos para nossa vida. Transformar sonhos em metas. Saber qual é a sua missão e o que fazer para agregar valor à vida das pessoas. A partir disso, transformar sonhos em metas”, finaliza o estudante-professor.
 
Você sabia?
  • O estímulo ao empreendedorismo está na essência da Unijorge. Por isso, ela conta com o Núcleo de Práticas em Empreendedorismo (NPE), espaço que reúne um grupo colaborativo de alunos de diversos cursos de graduação cujo principal objetivo é desenvolver o espírito empreendedor de seus participantes orientando os alunos e egressos no seu desenvolvimento profissional.
 
  • O NPE também proporciona aos acadêmicos, atividades profissionalizantes interdisciplinares e transversais com ênfase no empreendedorismo e presta serviços de consultoria e elaboração de projetos para pequenas e médias empresas, realizando estudos, pesquisas, diagnósticos e produção de relatórios sobre assuntos específicos inseridos em sua área de atuação.
 
  • Especialistas da área alertam: ninguém nasce empreendedor. O contato com a família, faculdade, amigos, trabalho, sociedade vai favorecendo o desenvolvimento de alguns talentos e características de personalidade e bloqueando ou enfraquecendo outros. Isso acontece ao longo da vida, muitas vezes ao acaso, pelas diversas circunstâncias enfrentadas. O empreendedor é um ser social, e assim sendo é fruto da relação constante entre os talentos e características individuais e o meio em que vive. Por isso, a importância de estar inserido em um ambiente propício ao desenvolvimento de habilidades e competências empreendedoras.
 
Fonte: Assessoria de Imprensa
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