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Dia Internacional dos Trabalhadores: mudanças no atual cenário nacional
Publicada no dia 27/04/2017 às 12h57
Entre as datas comemorativas, uma das mais importantes e com maior repercussão internacional é o Dia do Trabalho, celebrado anualmente em 1º de maio.  A data, que geralmente é marcada por manifestações, passeatas, exposições e outros eventos organizados em diversos países, remonta o ano de 1886, na industrializada cidade de Chicago, Estados Unidos. Na ocasião, milhares de trabalhadores foram às ruas reivindicar melhores condições de trabalho, entre elas, redução da jornada de trabalho de 13 para oito horas diárias. Neste mesmo dia, ocorreu nos Estados Unidos uma grande greve geral. Dois dias após os acontecimentos, um conflito envolvendo policiais e trabalhadores provocou a morte de alguns manifestantes.   

Com o passar do tempo, muita coisa mudou e os profissionais acabaram adquirindo muitas conquistas. Em 2017, entre as recentes discussões no Brasil que estão em pauta se encontram a nova Reforma da Previdência e a Lei da Terceirização. Em linhas gerais, a nova Reforma da Previdência tem como proposta fixar a idade mínima de 65 anos para requerer aposentadoria e elevar o tempo mínimo de contribuição de 15 anos para 25 anos.
 
“A reforma da previdência será um retrocesso social, na medida em que diminuirá conquistas já alcançadas pelo trabalhador, que se aposentará mais tarde, se conseguir, pois terá muita dificuldade de se aposentar em função do tempo de contribuição exigido”, afirma a professora do curso de Direito da Unijorge, Cinzia Barreto.
Já a principal mudança da Lei da Terceirização é a possibilidade de terceirizar a atividade fim da empresa. Acabaram os conceitos de atividade meio e atividade fim, e tudo poderá ser terceirizado, quebrando a unidade funcional e o conceito de categoria até então existente.
 
“Haverá precarização das relações de trabalho, diminuição da proteção social, enfraquecimento das categorias e suas organizações sindicais e rebaixamento de salários. Além disso, o índice de acidentes de trabalho é muito superior entre terceirizados e isso causa maior impacto no SUS e na Previdência, até para a empresa, que vai ter uma diminuição no seu custo com pessoal e deixará de ter seu quadro fidelizado para ter trabalhadores que circulam com maior rotatividade”, conclui Cinzia.
Fonte: Assessoria de Imprensa
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