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OMS alerta sobre altos índices de depressão no país
Publicada no dia 17/04/2017 às 14h22
Cerca de 300 milhões de pessoas sofrem com depressão no mundo. No Brasil, esse número chega a 11,5 milhões, que corresponde a cerca de 5,8% da população e ao maior índice de registro da América Latina, de acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS). A doença, apontada como principal causa de afastamento do trabalho, fez com que a OMS lançasse em 2017 a campanha “Vamos Conversar?” sobre o tema, visando alertar profissionais e a população sobre a importância do tema.
 
Equivocadamente associada a um estado de tristeza, a depressão pode se manifestar de diversas formas. “Alguns deprimidos perdem o apetite, outros comem compulsivamente. Existem pessoas que dormem muito mais e outros que perdem o sono ou apresentam insônia. Outro sinal bem recorrente são as queixas ou reclamações constantes, além da irritabilidade ou intolerância”, informa a professora do curso de Psicologia da Unijorge, Maria Cristina Goulart. A profissional alerta que os amigos e familiares devem sempre ficar atentos a sintomas físicos acompanhados de uma mudança comportamental.
 
Maria pontua que os tratamentos para depressão incluem psicoterapia e o uso de medicamentos. “É sempre importante passar por uma avaliação médica ou com um psicólogo, já que há muitas opções terapêuticas que podem servir de apoio”, ressalta a docente. Ela ressalta a importância dos profissionais da saúde ficarem mais atentos aos sintomas dos pacientes e de como espaços de orientação podem fazer a diferença, muitas vezes encontrados em ambientes universitários.
 
Dados preocupantes
 
Além do Brasil, outros países apresentam altos índices de depressão: os Estados Unidos ficam em primeiro lugar nas Américas, com 5,9% da população com diagnostico comprovado, ou 17,4 milhões de casos. Ucrânia, Austrália e Estônia também entram na lista, com 6,3%, 5,9% e 5,9%, respectivamente. “Há mais de 10 anos a Organização Mundial vem alertando sobre o aumento de registros da doena, mas poucas ações têm sido desenvolvidas pelos governantes em geral”, lamenta a professora.
 
De acordo com Maria Cristina, o alto índice da prevalência da depressão em um país como o Brasil pode advir de diversos fatores. “A falta de perspectivas melhores, um tempo prolongado de dificuldades no cotidiano e a falta de novas possibilidades são características presentes em vários países da América Latina e particularmente no Brasil. Situações de maiores dificuldades financeiras, instabilidades políticas e violência social promovem uma vida mais difícil, um cotidiano tenso e consequentemente a descrença no futuro ou numa vida melhor”.
 
Fonte: Assessoria de Imprensa
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