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Aluno da Unijorge fala sobre aprovação para Ciência sem Fronteiras

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Em agosto, o aluno de Engenharia de Petróleo e Gás da Unijorge, Wesley de Jesus Santana, embarca para os Estados Unidos, mais especificamente para a cidade de Baton Rouge, capital da Luisiana. Ele foi selecionado para participar do Ciência sem Fronteiras (CsF) na Louisiana State University, instituição reconhecida mundialmente por possuir uma instalação de qualidade para treinamento, testes e pesquisas relacionadas à prevenção de blow-out e outras questões de controle de poço de Petróleo, como explica o próprio Wesley na entrevista abaixo.

Se você também quer saber as possibilidades de intercâmbio através da Unijorge, deseja um auxílio para o Ciência sem Fronteiras ou quer aprender um novo idioma com descontos exclusivos, pode entrar em contato com o Escritório Internacional por e-mail internacional@unijorge.edu.br ou telefone (71)3206-8064.

- Como surgiu a possibilidade?
Desde o ensino médio, eu já sonhava em realizar um intercâmbio para o exterior. Descobri o Ciências sem Fronteiras durante a faculdade, através de amigos e professores. Decidi, então, procurar relatos de experiência de outros participantes e pesquisar sobre o processo seletivo. Percebi no programa a grande oportunidade de realizar este sonho e resolvi me inscrever quando abriram os editais no ano passado.
 
 - A Unijorge lhe estimulou de alguma forma a fazer a inscrição?
Foi no ambiente da faculdade que descobri o programa, então sou muito grato por isto. Sou especialmente grato à professora Ana Carla Salinas, que me ajudou bastante escrevendo uma excelente carta de recomendação.
 
- Para qual instituição você vai? Em que país?
Recebi carta de aceite da instituição recentemente e descobri que irei em agosto para a Louisiana State University, localizada na cidade de Baton Rouge, capital do estado da Louisiana, nos Estados Unidos. A cidade fica a apenas 130 km de distância de New Orleans, a grande cidade do estado.
A instituição oferece um excelente curso de Engenharia de Petróleo e é bastante reconhecida por possuir uma instalação de nível-mundial para treinamento, testes e pesquisas relacionadas à prevenção de blow-out e outras questões de controle de poço.
 
- Você acha que essa experiência vai enriquecer sua formação?
Não tenho dúvidas quanto a isto. Acredito que um intercambio deste nível não se trata somente de valorizar o currículo acadêmico e abrir as portas para o sucesso profissional, trata-se também de uma experiência que mostra quem você é.  A vivência com pessoas que falam outro idioma e que possuem cultura diferente é uma tarefa desafiadora, que exige muitas qualidades e habilidades, e, certamente, me fará enxergar o mundo de outra maneira.
 
- Quais são suas expectativas?
As minhas expectativas são as melhores possíveis. O aprendizado da língua e da cultura; a experiência de poder interagir com várias pessoas de nacionalidades diferentes; o prestígio acadêmico e o destaque profissional; a educação de alto nível e a possibilidade de realizar um estágio supervisionado; e, sobretudo, o conhecimento adquirido e a possibilidade de compartilhá-lo ao retornar ao Brasil. Todas essas são minhas expectativas e são os objetivos que espero alcançar ao participar do CsF.
 
- Quais conselhos você daria aos estudantes que querem ter a mesma oportunidade?
O grande conselho que daria é não deixar uma oportunidade como essa passar. Lembro que quase não me inscrevi para o programa porque achava que o meu nível de inglês não era suficiente e todos sempre diziam que era um processo demorado e burocrático. Mas esqueçam isso, não custa nada tentar. Você não tem nada a perder, ao contrário, só tem a ganhar.
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